Porto de Cabinda entrega 24 mil alevinos a quatro cooperativas de piscicultores em Cabinda

 

O Porto de Cabinda, procedeu a entrega de 24 mil a...

Porto de Cabinda entrega 24 mil alevinos a quatro cooperativas de piscicultores em Cabinda

O Porto de Cabinda, procedeu a entrega de 24 mil alevinos a quatro cooperativas locais, no sentido destas desenvolverem a actividade de piscicultura

Os peixes do tipo tilápia, foram adquiridos no âmbito do projecto de apoio as aldeias longiquas, que, aliás, foi a bandeira desta Empresa na campanha que o levou a ser aceite como membro do Pacto Global das Nações Unidas em 2018.

Dos 24 mil alevinos, 18 mil foram entregues a cooperativa tchimanhã da aldeia de Mpuela, municipio de cacongo, três mil para Tando Zinze, dois mil para localidade de Povo Grande, municipio sede da provincia e mil para Necuto, municipio de Buco-Zau.

Para além dos alevinos, os piscicultores receberam ração, outra aquisição do Porto de Cabinda no âmbito do seu apoio as comunidades e o reforço do fomento da actividade, visando o combate a fome e a pobreza no seio das localidades. Os beneficiários, agradecem mais este gesto do Porto de Cabinda.

Em nome das demais cooperativas, Arão Jorge, Presidente da cooperativa tchimanhã da aldeia de Mpuela, municipio de Cacongo, disse que, a parceria existente com o Porto de cabinda, deu esperanças as populações daquela área de residência.

“com a chegada dos alevinos de agora em diante, vamos continuar a cuidar até a fase de consumo e vamos continuar com a parceria com o Porto, Porque o Porto é quase nosso pai que nos cuidou até ao dia de hoje”.

Arão Jorge, recordou que em 2018, na primeira despesca, fruto dos oito mil alevinos lançados aos tanques, foi possível alcançar-se cerca de três toneladas e meia.

O processo de colocação dos alevinos nos tanques, foi acompanhado pela Secretaria provincial da Agricultura, pescas e florestas.

O chefe de Departamento das pescas em cabinda, Rafael Bráz avançou que o apoio prestado pelo Porto de Cabinda tem sido fundamental para o emponderamento das comunidades locais.

Rafael Bráz,  mostrou-se encorajado pelo Conselho de Administração do Porto de Cabinda e adiantou que, seria importante a existência em cada quatro aldeias da provincia  de estruturas de criação de peixe como a que funciona na aldeia de Mpuela.

“se conseguirmos fazer infraestruturas dessas e termos apoios em pelo menos quatro aldeias por cada comuna junto aos rios ou riachos que a província tem em ambudância, esteremos a resolver muitos problemas, estaremos a dar um grande contributo ao combate a fome e a pobreza”

De acordo com Rafael Bráz, para os piscicultores da província, a questão ração foi sempre o grande calcanhar de aquiles. Entretanto, louva o Porto de Cabinda por também anexar ao projecto, a vertente de alimentos para os alevinos.

Esclareceu que dentro de cinco meses, os alevinos atingirão o período de engorda e consequente despesca.

Por seu turno, o supervisor da comissão de sustentabilidade da empresa portuária de Cabinda-E.P, garantiu que  o projecto está integrado num amplo programa da sustentabilidade do Porto de Cabinda, que integra ainda, a horticultura, construção do mercado de peixe, viveiro para arborização, árvores de produção de frutas.

Com a segunda etapa do projecto de piscicultura,  o supervisor disse que o Porto de Cabinda acredita que as localidades beneficiadas poderão por si só crescer e desenvolver esta actividade. Acrescentou que,  o trabalho é  reconhecido a nível nacional e internacional, através do Pacto Global.

Segundo os entendidos na matéria, o período de engorda dos alevinos, face ao processo de produção em Cabinda é de cinco meses e o tamanho desejável para despesca é de 350 a 400 gramas. Oito toneladas de peixe é o que se prevê colher pelo menos até Abril do ano 2020.

Pelo Conselho de Administração da empresa Portuária de Cabinda-E.P, liderou a operação Mpuela, o Administrador para a Área Técnica e Operativa. Artur António Fernandes Carvalho acredita que, depois da despesca e consequente venda, as comunidades onde estão inseridas as cooperativas, poderão por si, caminhar e tirar rendimentos da venda dos peixes.

 

Inspecção do mintrans, promoveu palestra sobre segurança operacional no Porto de Cabinda

 

A Direcção de Inspecçã...

Inspecção do mintrans, promoveu palestra sobre segurança operacional no Porto de Cabinda

A Direcção de Inspecção do Ministério dos Transportes, promoveu no Porto de Cabinda, uma palestra sobre a importância da segurança operacional. A mesma, teve como objectivo capacitar os quadros do sector em Cabinda sobre os procedimentos a se ter em conta no concernente a segurança operacional e a segurança no local de trabalho para prevenção de acidentes.

De acordo com o Inspector-geral do Ministério dos Transportes, Edgardo Vicente Ferreira, igual mensagem, já foi transmitida a mais de trezentos quadros das empresas e organismos tutelados pelo sector.

O responsável, adianta que, o trabalho de consciencialização sobre segurança operacional vai continuar, sendo esta a primeira fase, enquanto a segunda vai contar com especialistas que lidam com a matéria para em conjunto apresentarem as áreas competentes do ministério, empresas e organismos tutelados, os procedimentos evitando danos a actividade. Edgardo Ferreira, falou da importância da liderança tomar consciência nos aspectos da segurança operacional e laboral.

Com isso, a inspecção do ministério dos transportes, pretende ao máximo diminuir, o número de acidentes de trabalho no sector.

O Director da inspecção-geral do ministério dos transportes, esclareceu a atenção que se deve ter com o material de escritório, e os equipamentos em uso nas áreas operações como capacete, colectes reflectores e ainda a necessidade do uso de sinalização nas zonas onde estejam a decorrer obras.

Para o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária de Cabinda, a palestra serviu para a sua administração, principalmente a Direcção de Segurança e Ambiente, absorver novos conhecimentos no que concerne aos processos e procedimentos a tomar no exercício da actividade diária.

Samuel Sambo, disse que alguns dos elementos apresentados na prelecção têm sido usados no porto, que entretanto, devem ser melhorados.

Para além do Conselho de Administração do Porto de Cabinda e trabalhadores, participaram do evento o secretário provincial dos transportes, António Custódio e o Delegado do Conselho Nacional de Carregadores em Cabinda, na pessoa do seu responsável Francisco Chimbavo e o Capitão da Capitania do Porto Nangiata David.

 

Calemas na baia de Cabinda, agora acontecem o ano todo

 

Os fenómenos naturais e o próprio ef...

Calemas na baia de Cabinda, agora acontecem o ano todo

Os fenómenos naturais e o próprio efeito estufa têm influenciado em grande medida no comportamento dos oceanos. O atlântico é um dos mais afectados por estes fenómenos e por conseguinte, os países por ele banhado sofrem das consequências.

Angola é um país banhado pelo oceano atlântico, as suas províncias situadas no litoral agora quase o ano todo sofrem com ondas constantes e acima do normal.

Para a actividade marítima portuária tais situações são prejudiciais e chegam a condicionar a acostagem de navios nos terminais. Principalmente para os portos sem protecção.

A baia de Cabinda pelo facto ser aberta o seu Porto tem estado a sentir os efeitos directos de tal situação.

Em entrevista recente à imprensa local, o Administrador Para Área Técnica e Operativa do Porto de Cabinda, referiu que as calemas nos últimos tempos têm ocorrido o ano todo. E chegam a atingir os níveis que os sites de indicação de tempo impedem a realização de operações.

“ as ondas apresentam-se numa altura de 1 (um) metro com frequência entre 10 e 12 segundos que nos permite operar, paramos quando verificamos a tendência do aumento para os níveis 4 e 5 ”.

Artur António Fernandes Carvalho, ressaltou ainda que, a rentabilidade da empresa se verifica através da quantidade de navios que atracam no cais, que i devem ser salvaguardados os interesses da empresa e parceiros em caso da ocorrência de ondas acima do nível 4.

Relembrou que antigamente a periodicidade das calemas eram fixas, actuavam apenas entre os meses de Maio à Setembro. E actualmente em função das transformações geográficas e os respectivos fenómenos naturais, as calemas são frequentes e ocorrem de 1 de Janeiro à 31 de Dezembro, mencionou.

Por outro lado, Artur Carvalho afirmou que tudo isso será minimizado tecnicamente quando as obras de infra-estruturação do porto terminarem. Mormente a do quebra-mar e cais. Segundo disse, a empreitada encontra-se na etapa final da primeira fase com um grau de execução física na ordem dos 55% do trabalho realizado, faltando apenas a segunda fase onde entra a dragagem.   

Navio com calado de 5.8 metros, atraca no cais do porto de Cabinda

 

Com uma cota  profundidade de 8.5 metros, o c...

Navio com calado de 5.8 metros, atraca no cais do porto de Cabinda

Com uma cota  profundidade de 8.5 metros, o cais  porto de Cabinda recebeu recentemente um navio pesqueiro com cerca de 5.8 metros de profundidade.

Trata-se do navio Orange Spirit com a bandeira das Bahamas, tem 115, 10 metros de comprimento. A atracação do navio, ocorreu sem constrangimentos apesar das ondas estarem no nível três em relação as calemas.

Manuel dos Santos Administrador executivo da SFT Angola, disse que a vinda à Cabinda do navio Spirit Orange, deve-se a um programa com o Ministério das Pescas que visa colocar mensalmente para província entre mil a duas mil toneladas de peixe congelado diverso com a finalidade de diminuir a escassez de peixe na região.

O Administrador executivo da SFT enfatizou ainda que, as calemas têm sido o grande calcanhar de aquiles por altura da descarga da referida mercadoria.

Pelo Conselho de Administração do Porto, acompanhou as operações o Administrador para a  área técnica e operativa Artur António Fernandes Carvalho.

Director Geral do CNC visita obras do terminal de passageiros e quebra-mar do Porto de Cabinda

 

O director geral do Conselho Nacional de Carregado...

Director Geral do CNC visita obras do terminal de passageiros e quebra-mar do Porto de Cabinda

O director geral do Conselho Nacional de Carregadores, disse na sequência de uma visita a província de Cabinda, que é preciso dar-se um outro impulso as obras de construção do terminal marítimo de passageiros e Quebra-mar do Porto local. No seu entender, o desenvolvimento da região passam também  por estas duas infra-estruturas ligadas ao sector dos transportes.

Fontes Pereira, adiantou que, para além da província a classe empresarial local vem no terminal marítimo e o quebra-mar do porto de Cabinda, uma oportunidade para alavancar o comércio na região face aos actuais constrangimentos da ponte-cais.

O director geral do CNC, alertou por outro lado, a necessidade do cumprimento dos prazos de execução das duas empreitadas, tendo reconhecido as dificuldades de ordem financeira pelas quais, as duas obras atravessam para sua conclusão.

Tive a oportunidade de ouvir o que está a ser feito e o que já foi feito e o que se precisa fazer, e eu acho que estamos no bom caminho, precisamos apenas de resolver alguns assuntos pendentes como financiamento e outros”.

A visita às obras de infra-estruturação do porto de Cabinda por parte do director geral do Conselho Nacional de Carregadores, visou  alargar a sua base de conhecimento sobre os níveis de execução física e financeira das obras e de organização da Empresa Portuária de Cabinda.

Durante a sua estadia, o director do Conselho Nacional de Carregadores, visitou igualmente as obras de construção do novo terminal de cabinda na localidade de Caio-litoral.

 

 

Direcção de Segurança e Ambiente orientada a manter o Porto de Cabinda cada vez mais seguro

 

O Presidente do Conselho de Administraç&ati...

Direcção de Segurança e Ambiente orientada a manter o Porto de Cabinda cada vez mais seguro

O Presidente do Conselho de Administração do Porto de Cabinda, nomeou e empossou o novo chefe de departamento de segurança da empresa. Tal facto, ocorre numa altura em que instituições nacionais e internacionais estão cada vez mais preocupadas com a segurança marítima e as actividades realizadas nas fronteiras marítimas, caso, os portos.

António Manuel dos Santos Cugingama, substituiu Casimiro Luemba Mananga que nos últimos anos em cumprimento da sua missão de serviço no Porto de Cabinda, coadjuvava o director de segurança e ambiente nas questões ligadas a segurança das instalações portuárias.

Durante a cerimónia de tomada de posse decorrido na sala de reuniões do conselho de administração, o chefe de departamento de segurança, efectuou a leitura dos instrumentos que regem a vida do Porto, como é o caso do código de ética.

Na sua intervenção, o Presidente do Conselho de Administração do Porto de Cabinda recordou ao novo chefe de departamento de segurança que a sua área de protecção é industrial. Samuel Sambo, pediu dinamismo e compromisso e aconselhando o empossado que haja interacção permanente entre os membros da segurança para o sucesso da missão. Solicitou  partilha de conhecimento, particularmente o código ISPS, segurança marítima e portuária.

Por seu turno, o Administrador para a Área Técnica e Operativa, Artur António Fernandes Carvalho, recordou ao novo comandante “António Manuel dos Santos Cugingama” que o Porto de Cabinda é uma fronteira e que, em concertação com o director da área, tudo seja feito para contínua protecção das instalações do Porto de Cabinda.

O novo chefe de departamento de segurança já em funções, foi nomeado através do despacho número 108 de 18 de Julho do ano em curso.