Obras do Quebra-mar e Cais reiniciam brevemente

 

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Obras do Quebra-mar e Cais reiniciam brevemente

A Comissão Multissectorial para Prevenção e Combate à Covid-19, autorizou a entrada no país dos técnicos expatriados das empresas Mota-engil e Dammer para sequência das obras do quebra-mar e cais e o terminal marítimo de passageiros do Porto de Cabinda-E.P.

A informação foi avançada pelo Presidente do Conselho de Administração do Porto de Cabinda José João Kuvíngua, que agradeceu a compreensão da Comissão Multissectorial para Prevenção e Combate a nova pandemia, pelo facto desta, ter autorizado a entrada dos técnicos expatriados no território nacional assim como os que estão em Luanda para se descolarem em Cabinda.

Os técnicos são de nacionalidade portuguesa e holandesa. O PCA do Porto de Cabinda, descreve que os portuguesas vão dedicar-se aos trabalhos de construção civil do quebra-mar, ao passo que, os holandeses dedicar-se-ão na conclusão da montagem da draga que neste momento esta montada a 80% e respectiva dragagem.

De acordo com José Kuvíngua, tanto o quebra-mar e cais quanto o terminal marítimo de passageiros não têm problemas de ordem financeira tendo o responsável revelado, que, as duas obras têm os graus de execução financeira na ordem dos 65% e de execução de física estimada em 70%.

No terreno, estão grande parte dos equipamentos e materiais para que tão logo os especialistas holandeses e portugueses escalem Cabinda, não hajam motivos de novas interrupções na empreitada. Há também segundo o responsável do Porto de Cabinda, disposição das equipas locais para sequência dos trabalhos.

E de forma detalhada, José João Kuvíngua disse que na empreitada do terminal marítimo de passageiros, os trabalhos estão a ser desenvolvidos ao nível interno com incidência nos acabamentos das áreas e esclareceu, o mesmo processo de entrada no país dos técnicos portugueses e holandeses da obra do quebra-mar e cais, também ocorrerá para os técnicos chineses que executam o terminal de passageiros de Cabinda.

O PCA do Porto de Cabinda voltou a referenciar que entre as duas obras, haverá também a construção da rampa para a atracação do ferry-boat de tipo RO-RO com capacidade de transportação de passageiros e cargas, incluindo viaturas que irá possibilitar a ligação Cabinda Soyo.

José Kuvíngua, diz que a infra-estrutura será a primeira em Angola onde passageiros e respectivas viaturas terão acesso ao ferry-boat.

                                      

Retomaram as obras do Terminal de Caio

 

As obras do terminal de águas profundas de ...

Retomaram as obras do Terminal de Caio

As obras do terminal de águas profundas de Caio em Cabinda já reiniciaram, cerca de seis meses depois de terem registado abrandamento devido a pandemia covid-19.

A empreitada é das mais estratégicas do sector dos transportes em Cabinda e, é vista pelas entidades locais como um verdadeiro barómetro para o crescimento e desenvolvimento da província e desta região do continente africano no geral.

De acordo com Jacob Ngunge, Director de Operações da Caio-Porto S.A, disse que os trabalhos nesta altura, incidem na exploração da pedreira situada no município do Belize e respectiva transportação para o local onde decorrem as obras. Jacob Nhunge, adianta assim estarem em execução também, a transportação de inertes da zona de Sassa-Zau ao Caio.

O Director de Operações da Caio-Porto S.A, acrescenta igualmente que também há trabalhos ao nível do molho de acesso ao Cais e respectiva arrumação das rochas quartzito mar dentro.

Para sustentabilidade das acções em curso, a CRBC readmitiu 120 jovens. Os mesmos estão envolvidos na transportação das rochas de Belize para o Caio, na construção civil e na área administrativa. Segundo aquele o responsável, os operadores chineses estão na ordem de 35.

Paulo Gime Muanda é camionista. É um dos vinte cinco operadores que por dia, realiza a transportação das rochas do Belize para a zona onde decorrem os trabalhos. Lito como é carinhosamente tratado entre colegas e amigos, realça que ser readmitido num período em que vários jovens estão no desemprego, é um sinal de que, as coisas aos poucos serão consolidadas.

Pitra Moio é outro jovem readmitido pela CRBC e garante fazer tudo para amanhã, as crianças de hoje, e adultos do amanhã, possam sentir de si, como alguém que enquanto jovem também contribuiu para construção do terminal de águas profundas.

O Administrador para o desenvolvimento portuário e obras do Porto de Cabinda, diz que o terminal de águas profundas de Caio é uma das infra-estruturas do Porto de Cabinda-E.P em execução na orla marítima local. Manuel Nunes Barata explica que, o seu grau de execução física esta na ordem dos 30%.

De acordo com o escopo do projecto, o terminal de águas profundas de Caio tem um molho de acesso de 2 quilómetros que terá uma largura de 32 metros com três vias e Cais com mil metros de cumprimento e 360 de largura onde terão duas fases.

Manuel Nunes Barata, explica que a primeira fase é a que está em execução e terá capacidade de movimentar até 30 contentores hora. A sua eficiência operacional será determinante para a execução da segunda fase do projecto, que de certa forma, funcionais darão uma capacidade operacional em termos de movimentação de navios ao Porto de Cabinda na ordem dos 60 contentores hora.

Recentemente, o PCA da empresa portuária de Cabinda visitou a empreitada. José Kuvíngua alegrou-se pelo que viu, e acrescentou a obra ser estratégica para o sector no geral e para o Porto de Cabinda em particular.

José João Kuvíngua, disse não ter dúvidas que o futuro terminal de águas de Caio, ajudará em muito a logística desta parte do continente africano, servindo inclusive, de Porto alimentar para as regiões de Boma e Matadi, RDC e Soyo, Angola.

Com a infra-estrutura em pleno funcionamento acrescenta o PCA, o Porto de Cabinda deixará de depender das condições naturais para operar, atendendo ao facto de que, as calemas ainda incomodam as operações no Cais do Porto de Cabinda.

José João Kuvíngua, garantiu que o processo de transferência dos activos da Caio-Porto S.A para a entidade pública seguem trâmites ao nível superior, e tudo está a ser feito pelas entidades competentes no sentido das obras seguirem dentro dos marcos da lei.

Quanto a reposição do asfalto na via do alto Maiombe, deteriorada devido a transportação das rochas para o local da obra no Caio, o PCA do Porto de Cabinda disse que este é um compromisso que a empresa construtora assumiu, e que a vai cumprir. Entretanto, tal facto só será efectivado quando a transportação das rochas para o Caio terminar, acrescentou.

A primeira fase de construção do terminal de águas profundas de Caio em Cabinda, está avaliada em cerda de 600 milhões de dólares norte americanos.

Cooperação entre Portos

 

O Conselho de Administração da Empre...

Cooperação entre Portos

O Conselho de Administração da Empresa Portuária do Soyo, quer estreitar relações com o Porto de Cabinda.

Recentemente, uma equipa liderada pelo PCA daquela empresa pública deslocou-se à província de Cabinda para manter os primeiros contactos nesta direcção.

No encontro mantido entre as partes no anfiteatro do Porto de Cabinda, João Zumbi Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária do Soyo E.P, disse que é intenção da sua gestão aprender mais do Porto de Cabinda sobretudo nos planos de ordenamento Portuário e de segurança Portuária. Adiantou o PCA do Porto do Soyo, estes campos de actuação serviriam como base para uma futura cooperação entre as duas empresas.

João Zumbi citou como exemplo primário e objectivo, a auto-estrada a ser construída no mar através dos Terminais de passageiros onde as duas empresas podem cooperar e aprender entre si na questão relactiva a concessão dos serviços das suas infraestruturas. Segundo o PCA do Porto do Soyo, esta é uma recomendação do titular da pasta dos transportes.

Em resposta, o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária de Cabinda disse ainda ser permaturo dar explicações detalhadas dos pontos avançados pelo seu homólogo do Soyo.  Mas que, tão logo a sua equipa de trabalho termine o diagnóstico situacional da empresa a cooperação será efectivada.

José João Kuvingua, entende por outro lado, que para além de ensinar o Porto de Cabinda tem muito a aprender com Empresa Portuária do Soyo, principalmente nas áreas de concessão, plano de carreira e funções entre outros.

Depois da reunião, o Conselho de Administração do Porto de Cabinda através de uma visita guiada deu a conhecer aos visitantes os projectos em curso na  empresa.                          

Comissão sindical já trabalha com nova Administração

 

O sindicato dos trabalhadores do comércio, ...

Comissão sindical já trabalha com nova Administração

O sindicato dos trabalhadores do comércio, indústria, transportes, turismo e similares já apresentou a nova Administraçao da empresa portuária de Cabinda a sua comissão sindical.

Em cerimónia simples, mas descrita de importância extrema para empresa, coube a Bartolomeu Joana Sebastião Secretário Executivo do refrerido sindicato, apresentar ao Conselho de Administraçao os elementos que fazem parte da comissao sindical.

Bartolomeu Joana disse que actualmente a comissão é liderada por Herinelto Gomes Punzi como primeiro Secretário, Ana Mataia Zimi Lourenço segunda Secretária, Augusto Banganga Funzi Bacuba Secretário para as Finanças, Francisco Cêsar Dunge Secretário para Educaçao e Informaçao, André Augusto Barros Secretário para área Social, José Matuba Mabiala Secretário para Conflitos Laborais e Amélia Simba Sérgio Machado como conselheira.

O Secretário Executivo do sindicato dos transportes, esclareceu também ao Conselho de Administração que, a comissão sindical da empresa foi reestruturada fruto do desmembramento da antiga primeira e segunda secretárias, Lourdes Pemba Luís e Zulmira Felisbela Nsuami Massiala respectivamente por incompatibilidade de funções.

Bartolomeu Joana explica que, a actividade sindical no Porto de Cabinda teve início em 1996, ano em que foi constituída a primeira comissão da empresa. Hoje a sindicância no Porto é feita por jovens.

O responsável sindical, não quer que, a Administraçao do Porto de Cabinda veja a comissão sindical como um corpo estranho,mas sim, um parceiro válido na busca de soluções das questões que marcam a vida da empresa e do trabalhador.

Por seu turno, o Presidente do Conselho de Administração congratulou-se com o gesto do sindicato dos trabalhadores do sector e referiu a empresa estar aberta para que juntos possam encontrar os melhores caminhos para solução das questões do colectivo. José João Kuvingua, enalteceu a massa juvenil presente na comissão sindical do Porto, e augurou sucessos na sua actividade sindical.

José Kuvingua adiantou ser impossível numa gestão moderna, não ter-se presente os representantes dos trabalhadores. O PCA, garantiu abertura total ao diálogo e almeja por outro, o estreitamento de relações com a comissão sindical para que esta possa identificar as questões dos direitos legais dos trabalhadores para que em conjunto sejam econtradas soluçoes possíveis dentro das possibilidades que a empresa possa garantir.

José João Kuvingua explica que o actual quadro macroeconômico não é favorável para a economia do país e da empresa em particular, mas tem fé que na base do diálogo e de encontros permanentes, sejam encontradas as melhores vias de solução destes problemas.

Calemas preocupam Porto de Cabinda

 

As calemas que se fazem sentir na baía de C...

Calemas preocupam Porto de Cabinda

As calemas que se fazem sentir na baía de Cabinda continuam a causar problemas para as diferentes autoridades que realizam actividades ao longo da costa local.

O Porto de Cabinda é uma das autoridades mais afectadas pelas ondas de dois metros (2 metros) que batem na costa e por conseguinte, impedem a manobra dos navios.

Esta situação, fez com que quatro navios ficassem ao largo com quantidades consideráveis de mercadoria, incluindo a cesta básica.

Em entrevista à imprensa, o Administrador Executivo para a área Comercial da empresa portuária de Cabinda, Otiniel Niemba da Silva confirmou que desde o dia vinte sete de Junho último 27.06.2020, navios foram impedidos de acederem ao Cais devido as calemas. Segundo o responsável, de vinte e sete de Junho a seis de Julho, 27.06.2020-06.07.2020, o Porto de Cabinda somou preciosos de até cem milhões de kwanzas  pela não operactividade dos quatro navios que se encontravam ao largo.

Otiniel Niemba da Silva, acrescenta a solução imediata destes problemas residir na conclusão das obras do quebra-mar. A respeito, o Administrador referiu tudo estar pronto para sequência dos trabalhos, entretanto, a pandemia do novo coronavírus tem impedido a chegada dos técnicos da empreiteira para as demais acções inscritas no contrato de empreitada.

E falando ao programa radiofónico da empresa, o chefe de operações do Porto de Cabinda esclareceu que o mar deu sinais de abrandamento no dia dez de Julho 10.07.2020, e voltou a agitar na madrugada do dia treze do corrente mês.

Mateus Hilário garantiu que entre dez e treze de Julho, os quatro navios que se encontravam ao largo, atracaram no Cais e realizaram as operações de carga de toda mercadoria a bordo. A carga e descarga avança Mateus Hilário, durou setenta e duas horas e, é descrita por ele, como tendo sido inédita.

O sucesso da actividade de acordo com o chefe de operações Mateus Hilário, deve-se ao plano C engendrado pelo Conselho de Administração.

Apresentado novo Conselho de Administração do Porto de Cabinda

 

O ministro dos transportes, Ricardo de Abreu, j&aa...

Apresentado novo Conselho de Administração do Porto de Cabinda

O ministro dos transportes, Ricardo de Abreu, já procedeu a apresentação dos novos membros Conselho de Administração do Porto de Cabinda agora liderado por José João Kuvingua .

O primeiro acto, teve lugar no palácio do governo local ante a presença do governador provincial Marcos Alexandre Nhunga. O Chefe do governo de Cabinda, parabenizou os recém nomeados e disse a antiga Administração que a província poderá contar com cada um, face a experiência no sector.

Marcos Nhunga recordou aos novos membros do Conselho de Administração do Porto local, a importância estratégica que ela representa para Cabinda atendo o facto de que, grande parte dos bens consumidos na província depende das suas infra-estruturas, e por conseguinte com esforço de todos poderá ainda jogar papel de relevo na balança económica da região.

O governador de Cabinda aproveitou o ensejo para reiterar a necessidade urgente de se encontrarem engenharias que visam pôr funcionais os ferryboats adquiridos pelo Estado, através de uma estrutura precária antes da conclusão da obra do terminal marítimo de passageiros. Marcos Nhunga disse que isto, ajudará no transporte de pessoas e cargas de Cabinda para Luanda e vice-versa até que terminem os trabalhos de dragagem da obra do terminal de Cabinda.

O ministro dos transportes por sua vez, apresentou a nova liderança do Porto, a começar pelo seu Presidente do Conselho de Administração José João Kuvingua, Otiniel Niemba da Silva, Manuel Nunes Barata, Elísio Agostinho Rodrigues Neto e Carlos da Cruz Luís como Administradores Executivos. Ao que, Zeferino Estêvão Juliana e Manuel Franklin Pereira da Costa Gouveia continuam como Administradores Não Executivos.

Ricardo de Abreu que interveio em duas ocasiões, uma no palácio do governo de Cabinda e outra no anfiteatro do Porto encorajou a nova Administração pois o desafio logo de início é o reposicionamento da empresa pública entre as que mais cargas movimenta no país entre os Portos Nacionais.

O titular do sector dos transportes disse que a nomeação da nova Administração do Porto de Cabinda, visa dar outra dinâmica nos projectos estruturantes na região, mormente o terminal de águas profundas de Caio, o quebra-mar e cais e o terminal marítimo de passageiros, atendendo que, os benefícios estender-se-ão aos países vizinhos como são os casos da RDC, Congo Brazzaville.

Ricardo Viegas de Abreu, argumenta que os projectos do quebra-mar e cais e terminal de águas profundas reflectem a visão do Executivo no sentido de se conseguir aproximar a província de Cabinda ao resto do país.

E em entrevista aos órgãos de comunicação social presentes, o novo PCA do Porto de Cabinda, José João, disse que aceita liderar o Porto de Cabinda com a convicção de que, todos os trabalhadores o ajudarão por isso, antes de pôr em marcha as orientações superiores, vai em primeiro lugar conhecer a casa, traçar estratégias e entrar em acção.

O PCA cessante, Samuel Sambo, garantiu deixar o Porto de Cabinda em boas mãos e acrescenta a empresa ter tudo para dar certo, a começar pelos quadros que dispõe.